Capítulo 6 · 20 / 42
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शनैः शनैरुपरमेद् बुद्ध्या धृतिगृहीतया ।
आत्मसंस्थं मनः कृत्वा न किञ्चिदपि चिन्तयेत् ॥२५॥
śanaiḥ śanair uparamed
buddhyā dhṛti-gṛhītayā
ātma-saṁsthaṁ manaḥ kṛtvā
na kiñcid api cintayet
śanaiḥ—gradualmente; śanaiḥ—passo a passo; uparamet—detinha-se; buddhyā—pela inteligência; dhṛti-gṛhītayā—trazendo a convicção; ātma-saṁstham—situada em transcendência; manaḥ—mente; kṛtvā—fazendo assim; na—nada; kiñcit—qualquer outra coisa; api—mesmo; cintayet—pensar em.
Gradualmente, passo a passo, com plena convicção, deve-se situar-se em transe por meio da inteligência, e assim a mente deve fixar-se somente no Eu e não pensar em mais nada.
Pela convicção e inteligência adequadas, deve-se cessar gradualmente as atividades dos sentidos. Isso se chama pratyāhāra. A mente, sendo controlada pela convicção, meditação e cessação dos sentidos, deve situar-se em transe, ou samādhi. Nesse momento, já não há perigo algum de ocupar-se na concepção material da vida. Em outras palavras, embora se esteja envolvido com a matéria enquanto o corpo material existir, não se deve pensar em gratificação dos sentidos. Não se deve pensar em nenhum prazer além do prazer do Eu Supremo. Esse estado é facilmente alcançado pela prática direta da consciência de Kṛṣṇa.